Cruz Vermelha de São Gonçalo entra na luta contra o Aedes Aegypti

Mais 160 voluntários da Cruz Vermelha de São Gonçalo, que se formaram, irão integrar a força-tarefa montada pela secretaria de Saúde da cidade para combater o mosquito aedes aegypti, transmissor da chikungunya, dengue e zika, no próximo dia 18. A ação será realizada em vários bairros, entre eles os com maior registro de chikungunya. Somente este ano o município registrou 1500 casos da doença.

Ao todo, serão cerca de 600 voluntários da Cruz Vermelha de São Gonçalo reforçando a ação e combate ao mosquito. Todos serão capacitados nesta semana para atuarem com ações educativas junto a população. As capacitações com a equipe da Vigilância Ambiental do município acontecerão nos próximos dias 9 (Polo de Saúde Helio Cruz), 10 e 11 (Clínica da Família do Mutondo) e 14 (Universo).

A decisão para a criação da força-tarefa foi tomada após uma reunião, na semana passada, entre a equipe técnica da secretaria de Saúde, a Vigilância Sanitária e a Cruz Vermelha. “Essa mobilização é de extrema importância para que possamos, juntos com a população, combater o mosquito. O trabalho vem sendo feito pelas equipes, mas agora vamos massificar ainda mais, principalmente nas regiões mais afetadas pela chikungunya”, garantiu o secretário de Saúde, Jefferson Antunes.

As ações, que serão feitas a partir das 8 horas, terão como concentração dos agentes de endemias da Vigilância Sanitária em diversas praças da cidade, entre elas a Luiz Palmier, do Rodo, do calçadão Alcântara, Trindade, Gradim, Santa Izabel, Barro Vermelho, Mutuá, Itaúna, Largo da Ideia, Jardim Catarina (praça do skate e DPO), Amendoeira (Cedae), Venda da Cruz (Condomínio Residencial Venda da Cruz) e Engenho do Roçado (em frente ao Posto Hiparco Ferreira).

Além das visitas domiciliares que serão realizadas pelos agentes de endemias, as equipes irão pulverizar o larvicida através do carro fumacê pelo bairro. Dados da Vigilância Ambiental do município mostram que os depósitos podem ser evitados em 25% das residências visitadas pelos agentes de endemias.

“O ciclo de reprodução do mosquito leva em torno de 10 dias. Por isso, é preciso realizar uma série de medidas simples para garantir a limpeza dos ambientes. Recipientes como baldes, garrafas, ralos, lixeiras e outros objetos devem sempre estar fechados ou virados com a boca para baixo. As equipes estão nas ruas atuando diariamente, mas é preciso que a população também faça sua parte. Muitas pessoas não atendem as equipes de agentes”, dispara o diretor da Vigilância Ambiental, Adaly Fortunato.

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