Dia da Consciência Negra marca encerramento de festival da cultura afro em Meriti

No Dia da Consciência Negra, São João de Meriti mostrou que a cidade respeita a cultura afro-brasileira. Hoje foi o encerramento do Festival Literário Internacional da Diáspora Africana (Flidam) que, durante cinco dias, demonstrou fé, diálogo, tolerância e respeito. Aconteceu na Comunidade São José, no bairro Engenheiro Belford, uma missa afro, que foi celebrada pelo superintendente de Igualdade Racial e também padre, frei Athaylton Jorge Monteiro Belo, mais conhecido como Tatá. 
 
"Fico muito feliz que o Flidam tenha se consolidado na cidade de São João de Meriti. É uma conquista dos religiosos, dos movimentos sociais e negro. Tivemos momentos que ficarão para a história. Todas essas conquistas vão se consolidar através do Plano Municipal de Igualdade Racial", ressaltou frei Tatá. 
 
De acordo com o prefeito Dr. João, “desde o início do meu governo eu me comprometi com o diálogo. Eu assegurei que manteria o Flidam e cumpri. Temos descoberto preciosidades na cultura de nossa cidade. A prefeitura respeita toda religião, raça, cultura, condição sexual e qualquer escolha individual", afirmou o chefe do executivo.
 
O Flidam começou na última quinta-feira (16) e promoveu a cultura afro através de exposição de quadros, artesanatos, livros, rodas de conversa, Trem do Flidam, cortejo de religiosos e lavagem da escadaria da Igreja da Matriz por representantes da Umbanda e Candomblé. Um momento de muita emoção foi a inauguração da placa de tombamento do Ilê Axé Opo Afonja pelas mãos do prefeito Dr. João e da Ialorixá Regina Lúcia de Iemanjá. Nesta quinta edição, o Festival homenageou a também Ialorixá, mãe Beata de Iemanjá, que morreu este ano.
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