Goleiro se choca com companheiro e morre na Indonésia

Um fato triste abalou o futebol da Indonésia neste domingo. O goleiro Choirul Huda, de 38 anos, do Persela Lamongan, morreu por complicações após se chocar com um companheiro durante a partida contra o Semen Padang. A notícia foi confirmada por veículos locais e pelo site Goal.com, que reproduziu uma fala do médico Zaki Mubarok, que trabalha no Hospital Dr. Soegiri Lamongan General, onde o jogador foi atendido. 

Vasco faz clássico contra Botafogo no Rio com torcida de volta ao estádio

Com a volta da torcida  vascaína ao estádio na cidade, o Vasco faz neste sábado (14) á noite o clássico carioca da 28ª rodada da série A do Campeonato Brasileiro de Futebol contra o Botafogo,no Maracanã. O time dirigido por Zé Ricardo cumpriu suspensão de seis jogos sem torcida no Rio, devido aos tumultos ocorridos em São januário no jogo do primeiro turno contra o Flamengo. 

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Cuca não é mais técnico do Palmeiras; Mano é favorito ao cargo

Cuca não é mais técnico do Palmeiras. Em decisão tomada em comum acordo na tarde desta sexta-feira, o comandante não vai continuar seu trabalho até o fim do ano. O último jogo dele foi o empate por 2 a 2 com o Bahia, nesta quinta, no Pacaembu. Ele tinha contrato válido até dezembro de 2018.C

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Brenner brilha como substituto de Roger no Botafogo

Roger pode ficar tranquilo e cuidar da saúde sem pressa. O seu substituto no ataque do Botafogo tem dado conta do recado com folga.

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Há dois meses sem jogar pelo Vasco, Luis Fabiano ensaia volta em clássico

Luis Fabiano precisa voltar a jogar e o Vasco necessita de seu retorno.

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Pará tenta explicar gol contra bizarro no clássico: 'a bola veio rápida'

Lateral do Flamengo abriu o placar para o Fluminense, ao tentar cortar cruzamento de Henrique Dourado

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Brasil termina Eliminatórias com vitória e tira o Chile da Copa do Mundo

Paulinho e Gabriel Jesus, dois, fizeram para a seleção brasileira nesta terça

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Tite leva o Brasil para a copa segundo torcedores e Argentina briga por uma vaga na Russia em 2018

Líder e com vaga garantida antecipadamente para a Copa da Rússia de 2018, a Seleção Brasileira de Futebol encerra hoje (10) sua campanha nas eliminatórias sul-americanas contra o Chile, em São Paulo. Na partida estarão em jogo a classificação chilena e a vaga da Argentina, que vai decidir seu futuro contra o Equador, já desclassificado, na casa do adversário.

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Brasil vai deixar Chile ganhar ? Chile vive situação oposta do brasil e busca vaga na copa do mundo desesperadamente.

Em parte, o alto grau de incerteza que cerca a rodada final das Eliminatórias sul-americanas se explica por uma característica das seleções do continente: a instabilidade. Numa competição marcada por mudanças de treinadores em oito das dez seleções e gangorra na classificação, Brasil e Chile, rivais na próxima terça-feira, na Arena Palmeiras, são a imagem da oscilação.


Basta voltar ao dia 8 de outubro de 2015, rodada inaugural das eliminatórias, para perceber o tamanho do contraste com a situação atual. Quando os chilenos, então dirigidos por Jorge Sampaoli, bateram o Brasil por 2 a 0, havia euforia de um lado e depressão de outro. O Chile, então campeão da Copa América, era considerado um modelo de futebol coletivo bem jogado no continente, com um estilo definido, dificílimo de ser batido. O Brasil de Dunga parecia condenado a sofrer até o fim para conseguir uma vaga: a geração de jogadores era questionada, faltava enxergar em campo um time formado, e não havia qualquer confiança na produção da seleção.


Hoje, o Chile se vê em sérios riscos de não ir à Rússia caso perca na terça-feira, enquanto a seleção brasileira comemorou sua classificação com quatro rodadas de antecipação.

Curiosamente, a comparação entre as escalações da época e os prováveis times que entrarão em campo na terça-feira mostra uma transformação muito mais profunda no Brasil. Além de ter mudado de treinador, a seleção entrou em campo com apenas três jogadores que continuam como titulares numa formação ideal atual: Daniel Alves, Miranda e Marcelo. Este último não jogará na terça, porque foi cortado por lesão. Do meio-campo para a frente, todas as seis posições mudaram. Naquele dia, Luiz Gustavo, Elias, Willian, Oscar, Douglas Costa e Hulk começaram jogando. Cinco deles sequer têm sido chamados. Willian alterna com Philippe Coutinho pelo lado direito do setor ofensivo da equipe de Tite.

Tite conseguiu algo raro. Numa seleção que foi sofrendo uma ampla mudança de jogadores e com pouco tempo de treinamento após assumir, em setembro de 2016, montou um time.

— Eu não transformei nada sozinho. Tem uma equipe de trabalho, um grupo de jogadores. São jogadores de um nível muito alto. Tento ser justo nas escolhas — disse o treinador brasileiro. — Tenho muito orgulho de fazer parte deste grupo. O que buscamos é vencer, mas jogando de forma agressiva e bonita. Sou da escola do Telê Santana.

O Chile, ao contrário, só trocou de treinador por necessidade. Jorge Sampaoli, hoje técnico da Argentina, decidiu deixar o cargo para assumir o Sevilla, da Espanha. Contratado, Juan Antonio Pizzi manteve a base que, em 2016, voltou a ganhar uma Copa América — a do Centenário. E ainda foi vice-campeã da Copa das Confederações, em julho.

Para que se tenha uma ideia, o Chile venceu o Equador por 2 a 1, na quinta-feira, com nove titulares que também iniciaram o jogo com o Brasil, há dois anos. E talvez, no caso chileno, não ter encontrado um meio termo entre manutenção de base e renovação tenha sido o equívoco. Hoje, o Chile que chega a São Paulo tem, em sua base titular, sete jogadores com, pelo menos, 30 anos de idade.

O problema físico, que se torna mais evidente em um time que, desde a passagem de Marcelo Bielsa pelo cargo, adota um modelo de jogo baseado em intensidade e pressão no campo rival. É um modelo seguido por Sampaoli e agora por Pizzi. E o time tem sentido. Para tentar amenizar, Pizzi tirou da seleção o volante Marcelo Díaz, de 30 anos, jogador querido pela torcida, mas que não mantinha o rendimento e não foi bem na Copa das Confederações.

— Temos que incorporar jogadores pouco a pouco, para que tenham suporte de gente com mais experiência — explicou Pizzi.

Antes da viagem ao Brasil, deu o tom do drama em que se transformou a luta chilena por um lugar na Copa do Mundo.

— Não conseguimos nada. Ainda precisamos chegar à vaga e vai ser muito difícil. É difícil para qualquer time ganhar qualquer jogo neste torneio. E é claro que isso nos afeta sempre. Somos humanos, temos esperanças, ilusões, decepções. Temos que administrar tudo isso numa hora decisiva como esta — afirmou Pizzi.

 

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Egito confirma vaga na Copa aos 50 minutos do segundo tempo com gol de pênalti

Se sobrou emoção na classificação da Costa Rica no sábado, o mesmo pode se dizer do Egito, que confirmou vaga na Copa do Mundo com um gol aos 50 minutos do segundo tempo. Salah, craque do time e do Liverpool, cobrou pênalti para garantir a vitória por 2 a 1 sobre o Congo, em casa, pela quinta rodada do Grupo E das eliminatórias africanas. 

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Roger tem cirurgia bem-sucedida para retirada de tumor renal

Jogador do Botafogo agora aguarda o resultado da biópsia para saber se o tumor era benigno ou maligno

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Brasil perde muitos gols e não sai do zero contra a Bolívia em La Paz

Seleção dominou partida, apesar da altitude, mas não conseguiu marcar

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Jornais destacam situação desesperadora da Argentina nas Eliminatórias: 'Como iremos para o Mundial?'

A Argentina está muito perto de ficar de fora da Copa do Mundo de 2018.

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Alerta amarelo: Brasil vai enfrentar a Bolívia com sete titulares pendurados

Daniel Alves, Miranda, Casemiro, Paulinho, Renato Augusto, Neymar e Gabriel Jesus...Além da altitude, a seleção brasileira entra em campo, nesta quinta-feira, contra a Bolívia, em La Paz, com outra preocupação: sete titulares estão pendurados. Desses, quem receber o cartão amarelo não enfrenta o Chile, no dia 10, em São Paulo.

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Seleção volta a La Paz para enfrentar seu rival mais difícil nas eliminatórias

A Seleção vai enfrentar nesta quinta-feira o seu adversário mais difícil nas eliminatórias. Se a campanha da Bolívia, com apenas 13 pontos ganhos e já sem chances de classificação para a Copa do Mundo não assusta, os 3.640 metros de La Paz tornam o rival muito mais complicado. E é capaz de produzir uma estatística interessante.

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Envergonhado por ir à final no limite, Zanetti desabafa

Campeão olímpico das argolas busca explicação para erros incomuns no Mundial de Montreal: "Preciso de uma resposta para saber a porcaria de série que fiz"

Campeão olímpico das argolas, Arthur Zanetti se classificou para a final do aparelho no Mundial de Montreal. No entanto, o desempenho desta terça-feira não o deixou nada satisfeito. O ginasta cometeu falhas incomuns para ele e só avançou na oitava e última vaga. Ele desabafou ao fim da classificatória, disse estar envergonhado e ressaltou o incômodo por não saber explicar o motivo para uma apresentação abaixo de sua média.

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Números da 26ª rodada: Petros rouba bolas, e Cavalieri quase fecha o gol do Flu

São Paulo saiu da zona de rebaixamento com vitória sobre o Sport e destaque nas roubadas de bola, gremista Everton tenta muito, e goleiro do Tricolor carioca tem boa atuação

 

Xô, Z-4! O São Paulo deixou a zona de rebaixamento, onde figurou ao fim de 13 das 26 rodadas do Campeonato Brasileiro, graças à vitória por 1 a 0 sobre o Sport. Além de vencer, o Tricolor Paulista foi a equipe que mais roubou bolas no fim de semana com um total de 25 com destaque para as seis capturadas pelo volante Petros. O goleiro Sidão ajudou a assegurar a vitória simples com duas defesaças nos descontos do segundo tempo.

Por falar em goleiros, Diego Cavalieri voltou mostrando que pode fazer a diferença para o Fluminense ao realizar cinco grandes defesas no jogo contra o Grêmio. No entanto, o arqueiro tricolor não conseguiu evitar a derrota por 1 a 0, no finzinho, em chute cara a cara de Beto da Silva após cruzamento de Everton, que, por sinal, foi quem mais sofreu com a boa volta de Cavalieri, que pegou cinco das suas oito finalizações.

Diego Alves, enfim, justificou sua fama de pegador de pênaltis ao defender cobrança de Lucca. Só que o goleiro do Flamengo, apesar da boa intervenção, também não evitou a derrota da sua equipe por 1 a 0 para a Ponte Preta. O atacante alvinegro desperdiçou a sua segunda penalidade no Brasileirão 2017.

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Com preparador físico do PSG, Seleção reforça comissão técnica de olho na Copa

A cada convocação, novos jogadores recebem sua primeira chance e passam a sonhar com a Copa do Mundo. Aconteceu com o volante Arthur, do Grêmio, por exemplo. Mas outros dois membros da delegação brasileira na Granja Comary estão passando pela mesma expectativa a oito meses do Mundial: o preparador físico Ricardo Rosa, do PSG, e o fisioterapeuta Caio Mello, do Corinthians.

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Diego tem lesão muscular confirmada e é cortado da Seleção

Meia do Flamengo foi o último atleta a se apresentar na Granja

Após atuar com a camisa do Flamengo na última segunda-feira, contra a Ponte Preta, o meia Diego se apresentou hoje à Seleção Brasileira com dores musculares e por lá um exame constatou uma lesão na posterior da coxa esquerda. O meia está cortado da convocação.

O jogador já se queixava de dores no local depois do jogo contra a Ponte Preta, mas ficou decidido entre o clube e a Seleção que a análise seria feita na Granja. Por lá, lesão foi confirmada e o meia já foi desligado. 

Diego fica de fora dos jogos contra Bolívia e Chile, em La Paz e São Paulo. Para o seu lugar, Tite não chamará mais ninguém. O grupo que contava com 24 jogadores, agora tem 23 e ficará nisso. 

O Flamengo se reapresenta na manhã desta quarta-feira e Diego já deverá iniciar o tratamento para a recuperação. O Rubro-Negro só volta a campo no dia 12 de outubro, no clássico contra o Fluminense, no Maracanã. 

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Arquibancada fora de arena da Copa ganha forma, e imagens chamam a atenção

Com projetos ousados, a organização da Copa do Mundo da Rússia promete impressionar com os estádios que abrigarão o Mundial do próximo ano. Mas a Ekaterinburg Arena começou a chamar a atenção do público meses antes do torneio. Em reta final da reforma, o antigo Estádio Central de Iecaterimburgo viu surgir setores de arquibancadas que ficam totalmente fora da cobertura do restante dos lugares - em uma imagem inusitada para muitos fãs.

A existência dos dois setores "externos" já era prevista nos projetos de reforma do estádio, construído em 1957 e totalmente reformado para a Copa do Mundo. As arquibancadas, que ficam atrás dos gols, visam atender à capacidade de público mínima exigida pela Fifa para o Mundial. Entretanto, a particularidade da construção - com estrutura tubular e exposta à ação da chuva e do sol - chamou a atenção dos torcedores quando a Fifa divulgou novas imagens da reforma.

Antes do início das reformas, o Estádio Central tinha capacidade para 27 mil pessoas - abaixo do que a Fifa pede para abrigar até mesmo partidas da fase de grupos do Mundial. As obras - que preservarão a fachada clássica do local - farão com que o estádio passe a contar com cerca de 35 mil lugares, contadas as arquibancadas externas. A previsão é que tudo esteja pronto até o fim deste ano.

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