Após tarde de tiroteios, policiamento segue reforçado na Rocinha

O policiamento segue reforçado na Rocinha, na Zona Sul do Rio, na manhã desta quinta-feira (10), após confrontos na comunidade. Agentes do Batalhão de Ações Especiais (Bope) ocupam os principais acessos à favela. O sargento da PM Anderson Luiz da Rosa Conceição morreu durante os confrontos que aconteceram na tarde de quarta-feira (9). Outro policial militar e dois moradores também foram baleados.

Professores de uma escola contaram que permaneceram cerca de cinco horas com os alunos nos corredores por causa da troca de tiros na comunidade.

"Nós ficamos sitiados num corredor, aproximadamente 10 turmas, professores, funcionários, muitos alunos, muitos alunos mesmo, corredor lotado. E essa é a situação que a gente vivencia no Rio de Janeiro. É impossível que a gente numa escola, num horário de aula, nós tenhamos que conviver com esse terror”, explicou uma professora.

A Autoestrada Lagoa-Barra está aberta para os carros nos dois sentidos. A circulação de veículos ficou fechada por uma hora e meia durante as trocas de tiros no fim da tarde de quarta.

A localidade conhecida como Roupa Suja foi uma das que mais sofreu com o tiroteio.

Segundo o aplicativo Onde Tem Tiroteio (OTT), nos 129 dias do ano, foram registrados 93 confrontos.

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