Polícia faz operação no Morro do Dezoito, na Zona Norte do Rio, onde estudante Matheusa foi morta

A Polícia Civil do Rio faz operação no Morro do Dezoito, em Água Santa, na Zona Norte do Rio, na manhã desta segunda-feira (14), para fazer diligências no caso da morte da estudante da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) Matheusa Passarelli. Após a confirmação da morte da estudante Matheusa Passarelli, de 21 anos, a Polícia Civil do Rio procura pelos restos mortais da jovem e os responsáveis pelo crime.

A ação conta com agentes da Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA) e com um helicóptero blindado da Polícia Civil. A jovem estava desaparecida desde 29 de abril. Um policial da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) foi baleado na perna e socorrido para o Hospital Miguel Couto, na Gávea.

De acordo com as investigações, Matheusa foi morta por integrantes de uma facção criminosa ao entrar no Morro do Dezoito. A jovem tinha acabado de sair de uma festa, estava desnorteada e tirou as roupas.

Matheusa teria sido capturada por criminosos e não soube explicar por que estaria naquela situação. Os criminosos submeteram a estudante a um julgamento e a executaram.

De acordo com informações obtidas pelo G1 e confirmadas a familiares de Matheus, os policiais consideram que há "fortes indícios" de que o corpo da estudante tenha sido queimado. O motivo do crime ainda é investigado.

No dia 6 de maio, a irmã dela escreveu um desabafo em uma rede social sobre a morte da estudante de artes visuais. No texto, ele diz que Matheusa, como a chamava, foi "executada".

"A angústia se transformou no trabalho compartilhado de encontrar a pessoa que mais amei e acompanhei durante a vida. Infelizmente as últimas informações que chegaram até nós e até a instituição pública que está desenvolvendo o processo de investigação demonstram diferentes faces da crueldade a qual estamos submetidos", escreveu.

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